sexta-feira, 28 de agosto de 2009


Olá blogueiros! Como estão? Bem, eu estou ótima, ainda mais depois de férias prolongadas, UHUL! Mas vamos direto ao assunto. Estou aqui com mais uma nova postagem, e como minhas parceiras, dessa vez vou relacionar os nossos maravilhosos produtos de estética com o meio ambiente. Você deve tá pensando: 'Ah não! Meio ambiente? Poxa, eu queria era umas dicas de produtos de cabelo, maquiagem, qualquer coisa mas... Meio ambiente? :( ' Calma, eu tenho certeza que você vai se interessar pelo assunto, afinal, quem não quer estar informada? Ainda mais sobre os nossos salvadores dos frizz, os sprays de cabelo!
Bem, naquela amanhã antes de ir para escola, faculdade ou trabalho, você acorda e se depara com uma juba de leão no espelho. Sim, é o seu cabelo! Mas calma, é só passar seu sprayzinho de cabelo, voltar a ficar linda de novo e recusar o micão na rua. Pera aí, você já pensou nos danos que o spray faz ao meio ambiente? (É claro que não, e olha só quem fala rs) Porém é o que acontece galera, enquanto a gente tá imaginando o mico que vamos ter, nós (nós não, o nosso amiguinho) está agredindo ao meio ambiente, oh que triste! Como uma coisa que facilita nosso cabelo, pode fazer mal há uma coisa tão importante como nossa casa? E é isso mesmo que vim fazer aqui!
Já ouviu falar em CFC? Bom, essa coisa é o que sai quando a gente dá aquela apertadinha prazerosa no spray. Tá mais e o que tem de tão especial no tal de CFC?
Esse gás ou clorofluorcarboneto, é um gás que, aparentemente, não reage com ninguém. Até que descobriram que os cloro CFC´s reagem com o ozônio na alta atmosfera, ou seja, fazem buracos na camada de ozônio que nos protege dos raios solares, e sem ela consequentemente teremos um efeito estufa, mas antes disso tudo vem também os câncers de pele e etc.
Aaah! Como é bom o Sol, mas tudo em exagero tem suas consequências, né pessoal. E uma delas tá aí! :/
Bom, já te informei de tudinho e também está ficando tarde... Até a próxima postagem, beijos,

Lara :)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

5 a 80% em peso de uma copoliamida composta de unidades que são derivadas de a1) ácidos dicarboxílicos orgânicos em que r1 e um radical alifático de 1 a20 átomos de carbono ou um radical aromático de 5 a 25 átomos de carbono, e a2 ) uma mistura de di-isocianatos que consiste de a21) de 20 a 95% em moles de um di-isocianato da fórmula geral ocn-r²-nco em que r² é um radical aromático de 5 a 25 átomos de carbono, a22) de 5 a 70% em moles de um di-isocianato da fórmula geral ocn-r3-nco em que r3 e ou um radical alifático linear de 3 a 30 átomos decarbono que é substituído com l a 3 grupos alquila c1-4, e r4 e r5, independentemente um do outro, são, cada, alquila c1-4 ou hidrogênio, e a23) de o a 20 moles por cento de um di-isocianato da fórmula geral ocn-(ch2) y-nco em que y é um inteiro de 1 a 20; e b) de menos de 0,5% a 30% em peso de um di - ou poli - isocianato bloqueado, em um solvente orgânico ou mistura solvente.
Vocês devem estar se perguntando que porcaria é essa ?, eu te respondo caro leitor , essa é a composição quimica de um produto que as mulheres amam e idolatram "O Esmalte"
Eles causam impactos ambientais , mas são minimos . As tampas pode ser derretidas e reaproveitada , e pense como você pode ser criativa com o vidrinho , alem de ficar com unhas fabulosas .
Agora , seriamente falando , nem tudo é um mar de rosas , tem a degradação , tem a acetona , tem o algodão, o palito de laranjeira, espatula , alicate , e etc.Tem muita coisa que esta envolvida com o esmalte .
Se pensarmos bem temos arvores perfeitas que são destruidas para fazer os palitos .Aresa de desmatamento para plantação do algodão , e o alcool da acetona , isso tem haver com outras areas desmatadas para a cultivação da cana que gerará o alcool .
O Esmalte em sí tem na composição o petroleo , que é uma fonte de energia não renovavel Agora pare para analisar , a que conclusão você chega ? Que a beleza custa a nossa natureza , mas uma outra pergunta "e dai ?" .Meu amigo , se eu te contar que de cada 10 mulheres de renda media 9 pintam as unhas , pense em quantos litros de petrolio vamos precisar !MUITOS
"Então sabe tudo , que solução você nos dária ?" com toda certeza eu não quero ver suas mão um bagaço ! mas não quero ver minha casa (ps. o planeta)morrendo , então vamos economisar , ao enves de trocar de esmalte todo santo dia , pinte a unha de novo a cada semanda ( que nem eu )


Beijinhos e vamos cuidar do planeta ;)

Lorenna

quarta-feira, 26 de agosto de 2009



Oi gente! Tudo bem? Então, depois de prolongadas férias que nós tivemos na escola, eu estou aqui novamente para fazer uma nova postagem.

A nossa professora de ciências, a Mônica, pediu para a gente fazer uma nova postagem (como eu acabei de falar a cima), só que agora falando sobre a "Estética nas culturas juvenis" e também sobre os impactos ambientais que são causados enquanto se faz esse produto.

Acho que a maioria das pessoas não pensa em tudo o que aconteceu antes de aquele lindo, maravilhoso boné, virar um boné (P.S.: nem eu penso, pra ser bem sincera).

Mas, então, antes do boné chegar daquele jeito maravilhoso, com aquela cor que chama a atenção de todos que passam pela loja, a natureza sofreu (sim, a natureza sofreu) para o homem fazer um único bonezinho.

Tudo começa quando o cara faz o molde do boné, que precisa ser feito com um papel especial (então, já imaginem os impactos que são causados só para fazer o papel especial).

Além desse papel especial, existe mais 4 materiais que são usados para fazer o boné, que são: o brim, tecido para o forro, entretela e plástico para fazer a pála.

Para não ficar confuso, eu vou começar pelo brim.

P.S.: Eu estou falando de um boné básico de pano.




O brim é feito de algodão. O algodão é uma fibra que você pode conseguir em uma certa espécie de árvore. O cara que trabalha na fábrica de algodão vai transportá-lo até a fábrica aonde lá ele vai ser desfiado e transformado nos vários tipos de tecidos. Um deles é o brim. O brim é transportado até a fábrica que vai fazer o boné. Já notaram que há já bastante impacto só para fazer o brim? Ele é transportado de caminhão, caminhão= gasolina, chega na fábrica é desfiado, o que provavelmente agora é feito por uma máquina, máquina= energia, depois disso e de mais outras coisas vira o brim, é transportado novamente, ou seja, caminhão=gasolina de novo.

O tecido para forro também é feito de algodão, ou seja, a sequência de acontecimentos é a mesma, só que muda a fábrica.

A entretela tamém é feita de algodão, ou seja, novamente a mesma sequência de acontecimentos, ams ela é engomada, que serve para deixá-la mais dura. Então tem todo um processo de novo: leva o produto até a fábrica que vai fazer com que o produto vire engomado, depois leva até a outra fábrica aonde vai ser usado para fazer o boné.

O plástico que é usado para fazer a pála do boné vem do petróleo. E de novo nós vamos ter aquela sequência que se repetiu em todos os outros 3 materiais.

Depois de tudo isso, ainda há a confecção do boné, que vai gastar mais energia, mais a natureza e vai deixar mais poluída a cidade.

Por sorte o boné pode ser feito em casa, o que acaba resultando em poluir mnos as cidades, oq eu é muito bom.

Gente, por hoje é só isso.

Espero que vocês tenham gostado! *-*

Eu juro que eu tentei fazer o melhor que eu pude.

Até a próxima!

Ana Beatriz *-*





sábado, 22 de agosto de 2009

Oi!

Então estou aqui, depois de ótimas e prolongadas férias, de volta com mais uma postagem. Bem, hoje o assunto vai ser uma coisa tão simples, tão baratinha e tão insignificante só que na verdade todo o processo feito até ele chegar nas suas mãos é enorme, e isso é um brinco. Tenho certeza de que quando você entrou naquela lojinha de esquina, deu dois reais para a moça do caixa e levou o seu mais novo brinco, você nem pensou em pensar na grande viagem que seu brinco teve (Obs: nem eu).

Então, na matéria de hoje, vou tentar te mostar um pouquinho da história de vida altamente poluente do seu brinco.

Bem, era uma vez uma montanha que estava ali, em seu lugar, na paz, até que 'BOOM', veio um carinha e a explodiu (1º poluente, a explosão). E ai, lá foi fuçar no que sobrou da montanha para pegar os metais.

Só que os metais não vem assim puros, prontinhos pra por num saquinho plástico e vender, eles vem como carbonatos ou óxidos (ouvi essas palavras na aula de ciências e achei que dava pra usar), então são feitas grandes reações químicas para separar o metal do resto (mais poluente ai, só pra aquecer os metais já vai fumaça, sem contar a fumaça que é resultado da reação).

Então, quando eles já tem o metal puro, lá vai mais fumaça para derretê-lo e por no molde do seu brinco (sem falar das árvores destruídas para fazer o molde).

E depois disso só falta embrulhar em plástico e em caixas (que você acaba jogando na rua), enfiar num caminhão e mandar para a loja (mais a poluição feita pelo caminhão).

Prontinho, lá está você na loja comprando o seu novo brinco, e sabe, toda a destruição causada para o planeta, só está te custando R$ 2,00 que vai parar no bolso de um empresário gordo e egoísta que não vai fazer absolutamente nada para pelo menos tentar arrumar o planeta.

E sabe o que é mais triste? É que daqui a uma semana vamos fazer tudo isso de novo pois esse brinco da semana passada já estará fora de moda e você vai ir naquela lojinha comprar outro, e todo esse impacto ambiental vai acontecer de novo e de novo.


Bem, por hoje é só, espero que isso tenha te atualizado pelo menos um pouquinho sobre esse ciclo vicioso (e também que eu consiga recuperar a minha nota de ciências porque eu devia ter feito esse texto faz tempo).

Até a próxima!

Jade.